O Município de Loures é um território onde a cultura tem lugar de destaque. Aqui damos valor às pessoas, aos seus anseios, aos seus valores, às suas identidades. Em Loures valorizamos a(s) História(s) das suas gentes, comunidades diversas, desejos comuns.

De entre todas as vertentes onde atuamos de forma a manter viva a herança cultural, a memória profunda, a identidade comum, a música revela-se como marca indelével.

Neste sentido, e com o destaque que lhe é dado pelos exímios instrumentistas oriundos do nosso território, o clarinete assume-se como primeiro entre os demais.

Desde Marco Romão dos Reis Júnior, a António Saiote, passando por Jaime Carriço e Luís Gomes, chegando às novas gerações de onde se destacam Aldara Medeiros e Martim Barbosa, Loures foi e é um local onde o clarinete se assume como rei.

Cientes desta particularidade, que se torna grande a nível nacional e internacional, Loures alcançou uma notoriedade que lhe grangeia primazia entre os executantes e divulgadores do clarinete, por isso Loures é A Capital do Clarinete.

Natural é, pois, a importância que a divulgação deste instrumento tem tido nas nossas ações, sendo que, neste âmbito, temos a destacar a realização de eventos que muito têm contribuído para a divulgação, a formação e o usufruto do clarinete.

Iniciativas como o Meeting Internacional de Clarinete Marcos Romão dos Reis Júnior; o Clarinete In Orquestra; a Exposição Intemporalidades Sonoras – O Maestro Marcos Romão dos Reis Júnior e a constante Academia de Clarinete marcos Romão dos Reis Júnior, muito têm contribuído para a promoção da excelência deste instrumento e dos seus executantes a nível nacional e internacional.

Há assim que destacar o inestimável contributo que a Academia tem tido na formação e na divulgação de Loures como a Capital do Clarinete. Com a direção técnica de António Saiote, por aqui já passaram nomes tão importantes como Nuno Silva; Iva Barbosa; Luís Gomes; Nuno Pinto; Paulo Gaspar; Hugo Queirós; Francisco Ribeiro; Manuel Jerónimo; Catarina Rebelo; Bruno Graça; Victor Pereira; João Pedro Santos; Cândida Oliveira; Tiago Abrantes; Jorge Almeida; António Quitalo; Paulo Guerreiro; Fernando Silveira; Vitor Matos; Ilídio Massacote; Bruno Silva; Ana Rita Petiz; Carlos Alves; ou Shigeru Ikushima (Japão); Peter Wright; John Cipolla e Julia Heinen (EUA); Mauricio Murcia (Colômbia); Ana Catalina Ramirez (Costa Rica); Carmen Borregales (Venezuela); Antonio Fraioli; Sauro Berti e Giovani Punzi (Itália); Harri Maki (Finlândia) Juan Ferrer; Paco Gil e Georgina Sanches (Espanha); Juvino Alves (Brasil); Aude Camus e Julien Hervé (França); Radovan Cavallin (Croácia); Eddy Vanoosthuyse (Bélgica); Sergey Eletsky (Rússia); Jarret Butler (Inglaterra); Barbara Heilmar (Alemanha); Pawel Krauzowicz; Bogdan Ocieszak; Grzegorz Wieczorek; Andrzej Wojciechowski e o Trio Stroikowe (Polónia); a Orquestra Príncipe das Astúrias e todos aqueles músicos oriundos do Concelho de Loures e de fora do Concelho de Loures que têm colaborado e usufruído desta verdadeira escola  de saberes do clarinete que aqui tem lugar.